quarta-feira, 7 de novembro de 2012
TEMAS INTERESSANTES: Vamos amar mais?
TEMAS INTERESSANTES: Vamos amar mais?: O mundo está mais violento, e isso é bastante perceptível. Pra nós cristãos, e em especial nós Católicos, devemos ter uma postura dif...
CAMPO LARGO EM EVIDENCIA
Uma boa tarde
a todos os meus companheiros e companheiras desse meu querido Campo Largo. Com
muito orgulho estou retomando a escrever neste pequeno, mas porem grande meio
de comunicação. Peço para que todos deem suas sugestões, deixem seus comentários
seus elogios para que juntos possamos cada vez mais nos engrandecer em nossos conteúdos,
em nossos objetivos, em nossas metas.
Campo largo
logo estará iniciando um novo ciclo, novos políticos iram assumir a
administração de nosso Campo Largo. Queira Deus, sim por que temos que pedir
para que Deus realmente tente iluminar a cabeça de nossos governantes, para que
eles possam fazer um bom governo. Para que primeiro de tudo não pensem em si,
mas ao contrario pensem primeiro no povo de Deus, naqueles que os colocaram lá,
naqueles que confiaram em suas propostas, em seu caráter.
A politica sem
duvida alguma muda a nossa vida. Pode mudar para melhor como também podem mudar
para pior, e ninguém pode dizer que sua vida não é influenciada pela politica,
por que é ninguém pode dizer que não é politico, pois o simples ato de se
relacionar já é politica.
Quero deixar
aqui os meus cumprimentos a todos os que iram assumir a prefeitura, que iram
assumir a câmara, que iram assumir cargo na prefeitura, aos secretários e acima
de tudo o nosso novo prefeito.
Uma boa sorte
a todos vocês...
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
Lendas Antigas de Campo Largo
O primeiro proprietário das terras de Campo Largo, o Capitão Antonio Luiz Lamin, conhecido também como Capitão Tigre, colocou o nome de sua propriedade de Tamanduá. A região era ponto de passagem dos antigos Caminhos das Tropas de Sorocaba (São Paulo) e do Viamão (Rio Grande do Sul) e sua localização atraiu novos moradores, que vieram compor o que hoje conhecemos como a cidade de Campo Largo.
O Tamanduá é riquíssimo
em histórias e contos sobre o lugar e seus primeiros moradores. Ainda
hoje, elas são contadas e recontadas, recordando e salientando os
grandes feitos, o valor e as proezas de alguns moradores que ficaram
famosos por diferentes motivos, não só no antigo Tamanduá, mas também na
Vila de Curitiba, nas coxilhas do Rio Grande, nos campo de Lages e
Vacaria. Nomes como Cap. Antonio Luiz Lamin (o Tigre) e os irmãos
padres: Ignácio Pinheiro e Lucas Rodrigues França, tanto ajudaram a
colonizar Campo Largo, como são personagens de diversas histórias e
lendas que fazem parte da cultura campolarguense.
CAP. ANTONIO LUIZ LAMIN, O TIGRE
O Capitão Tigre é, sem
dúvida, a figura mais famosa do seu tempo, da Vila de Curitiba e do
antigo Tamanduá. Quase lendário e ora visto como herói, ora visto como
bandido, deixou para a história inúmeros casos e tradições, aumentados e
modificados pelo povo. O pouco que sabe-se sobre ele é que era
arrendatário do monopólio da venda dos direitos da fabricação de
aguardente e dos tecidos de algodão em Curitiba. Até hoje seu nome é
relembrado em histórias verídicas ou não, nas quais os malfeitores,
covardes, mentirosos e preguiçosos tremiam só de lembrar seu nome.
Muitos deles preferiam dormir no campo, sofrendo de fome e frio, a
solicitar a hospitalidade do Cap. Tigre. Acusado por seu compadre Cap.
José Nicolau Lisboa (que lhe devia certa importância em dinheiro e negou
a dívida) de ter mandado matar sua escrava, provou a injustiça da
acusação, saindo mais engrandecido ainda da situação.
O ROUBO DA SANTA
Quando o Padre Antonio
Duarte de passo e alguns moradores do Tamanduá retiraram-se para
Palmeira, em 12 de agosto de 1818, levaram, sem conhecimento dos outros
moradores, a imagem da Santa Padroeira. Quando a ausência da santa foi
descoberta, os moradores ficaram revoltados e rapidamente reuniram-se
cerca de cinquenta cavaleiros fortemente armados que foram ao encontro
dos retirantes. O encontro se deu em um Capão, à margem do Rio dos
Papagaios, e com a circunstância foi fácil conseguir a devolução da
imagem. Vitoriosos, regressaram e foram recebidos com festa enquanto a
imagem era recolocada no altar. Por muito tempo, homens e mulheres
fizeram guarda da Capela para evitar uma nova tentativa de roubo.
Temerosos por represálias, os novos moradores de Palmeira deixaram de
passar e frequentar as terras do Tamanduá. Os moradores do local achavam
na época que tinham razão para ficarem revoltados com o roubo da santa,
que tinha fama de milagrosa. Inúmeros devotos batizavam seus filhos e
casavam-se na capela para ficarem protegidos. Do mesmo modo, considerado
um lugar de prestígio, curitibanos também procuravam o local para
realizar seus casamentos.
O TESOURO DOS JESUÍTAS
Esta
história vem do tempo da expulsão dos jesuítas do Brasil, em 1759, e
dos moradores de Tamanduá. Embora parecendo inverosímil, existem
fundamentos para que ela seja considerada verdadeira e ainda há muitos
que acreditam nela. Antes do banimento dos religiosos, já havia sido
decretado o confisco dos bens pertencentes à Companhia de Jesus (igrejas
e seus bens, colégios e conventos, além dos bens pessoais de seus
membros). Os religiosos, ao saberem da lei, e sem esperarem por sua
execução, teriam tratado de esconder os fabulosos bens da capela. Itens
que iam de muita prata trabalhada, ouro em pó e lingotado, aos seus
próprios bens pessoais. O lugar escolhido teria sido uma das muitas
grutas e furnas existentes no sopé das Serras de Purunã e das Almas, no
Paredão. No Povinho de São João (Itambé) existe um lugar conhecido até
hoje por Jesuíta, onde os padres do Tamanduá mineraram ouro e
construíram um desvio no rio. Apenas um motivo muito importante e
valioso justificaria uma obra de tamanho esforço humano.
O TESOURO DO PADILHÃO
Chegou até nossos dias
uma história bem do gosto popular, das mais comentadas e apaixonantes: a
do Tesouro do Padilhão, sonhado e temido pelos caçadores de tesouros
ocultados e não recuperados. Trata-se de duas bruacas cheias de moedas
de ouro, mandadas enterrar por José Maria Padilha, o Padilhão, em sua
fazenda Carlos. O lugar tornou-se assombrado, pois, com as bruacas, foi
morto e enterrado o escravo que fez a cova e, por isso, o tesouro
tronou-se encantado. Conta a história que todos aqueles que foram à sua
procura nunca mais retornaram.
As
histórias que ainda fascinam e mexem com a imaginação dos moradores mais
antigos da região trazem à tona um pouco mais do cotidiano dos
primeiros integrantes da comunidade, que hoje deram origem à cidade de
Campo Largo.
Fonte: Texto adaptado do livro Campo Largo desde 1500, João Augusto de Almeida Barbosa - 1984.
HISTORIA DE CAMPO LARGO
História de Campo Largo
Nas terras originalmente habitadas por índios tinguis e cabeludos, formaram-se alguns povoamentos que davam sustentação e apoio aos exploradores de ouro e tropeiros que levavam gado do Rio Grande do Sul para Sorocaba, em São Paulo. Campo Largo, localizada no segundo planalto dos campos gerais de Curitiba começa a ter sua história registrada por volta de 1679, quando foi escrito "Informações Sobre as Minas de São Paulo" para a tropa dos paulistas: Luiz de Góes, Antonio Luiz Lamin o "Tigre", Guilherme Dias e o “Capitam” Agostinho Figueiredo, ordenando o “descobrimento de ribeiros de ouro de lavagem no Sertão de Curitiba”. A quem do interior se dirigia a Curitiba ou de Curitiba ao interior era Campo Largo um ponto certo e conveniente de pouso. Particularmente na região do Cambuí (vegetal que supria de lenha os moradores) os tropeiros armavam ali suas barracas. Ponto magnífico de pouso de tropas, e ótima situação topográfica para um povoado digno depois de subir à freguesia, vila e cidade.Nessa época essa região facilitou o acesso aos Campos Gerais, pois por ela não havia grandes rios nem grandes atoleiros a atravessar. A maior parte do caminho era campo livre, através de aprazíveis cochilhas, vegetações rasteiras e savanas.
A procura de ouro levou os garimpeiros às estepes de Curitiba e provocou uma intensa movimentação para além das Serras do Mar. Começando no litoral, partindo de São Vicente e Santos, os garimpeiros alcançaram o rio Açungui, em cujas areias mesclava o precioso metal. Dessa época data a denominação de Bateias, um dos Distritos de Campo Largo. Esse movimento começou em 1640, época em que foi fundada Curitiba, quando se levantaram os primeiros barracos e de onde posteriormente os homens de garimpo buscavam as regiões auríferas, denominando as localizações que atravessavam de Campo Comprido, Campo Magro, Campo do Timbotuva e Campo Largo. A natureza orientava os viajantes e os campos serviam de marcas bem como os rios, daí a denominação, por exemplo, de “Passaúna”, existente até hoje.
Tendo descoberto ouro na região de Itambé em 1679, Tigre (Antonio Luiz Lamin) passou a morar na Fazenda do Tamanduá, uma de suas Sesmarias onde, com grande número de escravos se dedicou à agricultura e pecuária tendo ainda construído uma capela em homenagem à Nossa Senhora da Piedade (hoje padroeira de Campo Largo), tendo sido a primeira nos "Campos Gerais". Suas terras foram abandonadas ainda em vida e, como não tinha herdeiros, foram vendidas em praça, sendo então arrematadas em 1819 pelo Brigadeiro Manoel de Oliveira Franco. Além delas, o Campo da Ilha, outra Sesmaria, doada por João Antônio da Costa que no próprio termo de arrematação deixou expresso que "desde aquele momento dava o dito Campo à Nossa Senhora da Piedade, para lhe servir de patrimônio, também foi parte inicial da cidade conhecida hoje como Campo Largo.
Os primeiros fundadores de Campo Largo foram João Antonio da Costa e seus dois genros Joaquim Lopes Cascais e o Alferes José Pinto Ribeiro Nunes, tendo sido este o primeiro professor primário do futuro município, fundado em 23 de fevereiro de 1871.
Segundo o Jornal Diário da Tarde de fevereiro de 1826, houve uma Resolução Eclesiástica em 12 de março do mesmo ano, que passou a recente povoação (Campo Largo) à Freguesia o que foi confirmado mais tarde por Lei do Governo N.º 23 de 12 de Março de 1841. Campo Largo tinha em 1870, elementos para ser, por lei provincial do Paraná N.º219 de 02 de abril, elevado à Vila. Essa Vila se tornou sede do Município, que se instalou solenemente em 23 de fevereiro de 1871, depois de diplomados seus vereadores.
Fonte: Material cedido pela Prefeitura de Campo Largo.
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
A crise econômica mundial vai revelando coisas aparentemente surpreendentes.
Artigo: Ironias e tragédias da crise, por Emiliano José
A crise econômica mundial vai revelando coisas aparentemente surpreendentes.
Todos acompanharam a saga grega. O primeiro-ministro George Papandreou, diante da gravidade da crise, resolveu propor uma consulta pública para saber o que o povo pensava das medidas de austeridade propostas. Foi um deus-nos-acuda, um terremoto que assustou os dirigentes europeus e todo o centro capitalista. E Papandreou caiu. E um banqueiro, Lucas Papademos, assumiu. Simples assim.
Curioso seja a Grécia, seja o país fundador da democracia a negar os princípios democráticos. Acuada, é obrigada a ceder, apesar das sucessivas manifestações populares contra as medidas de austeridade. Vamos falar sério: medidas de austeridade querem dizer arrocho contra os mais pobres. Sempre. Inevitavelmente. Essas medidas eram exigidas, impostas pelos banqueiros, que não podem admitir uma moratória, e os porta-vozes da banca são Sarkozy e Angela Merkel. Cômico, não fosse trágico, que a crise tenha que resolver o problema de seus causadores.
Afinal, ninguém tem dúvidas de que a crise econômica mundial repousa na ciranda desenfreada do capital financeiro, na loucura da atual fase da acumulação capitalista, que lida mais com os papéis do que com a produção, ou não relaciona uma e outra. O dinheiro sobrevoa o mundo sem qualquer necessidade de se relacionar com o mundo real. E de repente, o mundo real se apresenta. E a crise se instala, como instalada está desde 2008, e não parece ser de curta duração.
Não é que isso seja propriamente novidade. O predomínio do capital financeiro é antigo. Só que agora, no mundo, chegou ao paroxismo, à obscenidade, e não há mais nenhuma preocupação em relacionar os papéis com a produção, como os EUA não tiveram a preocupação de relacionar o boom imobiliário com a capacidade de pagamento dos compradores. O mundo, não. Corrijo-me. Os EUA e a Europa, que constituem o centro antigo do capitalismo mundial. Um e outro estão embaraçados, sem saber o que fazer para solucionar a crise. Ou, o que é pior, na linha tucana, querendo mais do mesmo.
Todos os esforços são feitos no sentido de preservar o capital financeiro, de não permitir a quebra dos banqueiros, de não admitir que haja qualquer prejuízo dos grandes capitais, dos que transformaram países em verdadeiros cassinos. Seria cômico, não fosse trágico, que os banqueiros sempre acabam ganhando nas crises. Qualquer medida de natureza democrática é repudiada, como o caso da consulta pública grega, sumariamente descartada, com ameaças e tudo.
A Grécia sairia da União Européia se levasse à frente a consulta – e os maiores países europeus – Alemanha e França – não tiveram qualquer prurido em atacar, repudiar a proposta democrática, afinal não consumada. Logo depois foi a Itália, enfrentando os mesmos problemas, só que numa dimensão maior ainda, ao menos quanto aos valores. Oitava economia do planeta, com uma dívida astronômica, se quebrar cria uma quebradeira em série.
Deu queda de primeiro-ministro, Berlusconi, quem sabe para felicidade geral da nação. Mas, não sem antes se aprovar as chamadas medidas de austeridade. Ou seja, para insistir, medidas contra a população, especialmente contra os trabalhadores. Sempre, sempre, nessas crises, pretende-se socializar os prejuízos, e de fato são socializados. Quem nunca perde são os causadores da crise, aqui os banqueiros, outra vez.
Cabe insistir que nós, no Brasil, temos que estar atentos para que a crise seja enfrentada, como está sendo pela presidenta Dilma, com políticas de estímulo ao emprego, fortalecimento do parque industrial, continuidade das políticas de distribuição de renda, diminuição de juros para que continuemos a crescer. São os países emergentes que tem condições de orientar o mundo. Não mais as nações desenvolvidas, que se deixaram levar pela banca, envolvidas pela lógica do capital financeiro.
A crise também nos atinge, de uma forma ou de outra. Mas, temos que cada vez mais insistir na política que iniciamos em 2003, quando o presidente Lula assumiu, de prosseguir distribuindo renda para continuar a crescer. Este é o caminho a seguir.
Emiliano José é jornalista, escritor, deputado federal (PT/Bahia).
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Estudantes satirizam vídeo de globais sobre Belo Monte
http://www.youtube.com/watch?v=gVC_Y9drhGo&feature=player_embedded#t=2s
Em um vídeo que circula pela internet, atores da Rede Globo promovem um ataque à construção da usina hidrelétrica de Belo Monte, no Pará, no autointitulado Movimento Gota D'Água. O discurso, já está demonstrado, é um conjunto de equívocos. Agora, estudantes de engenharia civil e de economia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) resolveram dar uma aulinha aos globais – além de ironizar as tantas certezas dos atores.
Os estudantes, com apoio técnico do professor Sebastião de Amorim, do Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica da Unicamp, chamam, de forma bem-humorada, a iniciativa de Tempestade em Copo D’Água. Declaradamente, pretendem esclarecer incorreções e absurdos divulgados pelos atores acerca da construção da usina.
Entre elas, estão a localização correta da futura usina, a área de fato a ser alagada, a inviabilidade de abrir mão da hidrelétrica em favor de fontes de energia como a eólica (um delírio global) e assim por diante. Os estudantes fazem ainda ponderações discutíveis sobre o financiamento da obra, mas fica claro que possuem mais conhecimento sobre o assunto do que os globais – e mais humor também. Confira no vídeo a seguir.
Em um vídeo que circula pela internet, atores da Rede Globo promovem um ataque à construção da usina hidrelétrica de Belo Monte, no Pará, no autointitulado Movimento Gota D'Água. O discurso, já está demonstrado, é um conjunto de equívocos. Agora, estudantes de engenharia civil e de economia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) resolveram dar uma aulinha aos globais – além de ironizar as tantas certezas dos atores.
Os estudantes, com apoio técnico do professor Sebastião de Amorim, do Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica da Unicamp, chamam, de forma bem-humorada, a iniciativa de Tempestade em Copo D’Água. Declaradamente, pretendem esclarecer incorreções e absurdos divulgados pelos atores acerca da construção da usina.
Entre elas, estão a localização correta da futura usina, a área de fato a ser alagada, a inviabilidade de abrir mão da hidrelétrica em favor de fontes de energia como a eólica (um delírio global) e assim por diante. Os estudantes fazem ainda ponderações discutíveis sobre o financiamento da obra, mas fica claro que possuem mais conhecimento sobre o assunto do que os globais – e mais humor também. Confira no vídeo a seguir.
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